quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Umas & Outras

Carnaval
Há, exatamente 87 anos, na noite de 13 de fevereiro de 1922, o escritor Graça Aranha, abria, no saguão do Teatro Municipal de São Paulo, com a palestra "A Emoção Estética na Arte Moderna", ilustrada com poemas e com a execução de peças de Heitor Villa Lôbos, a "Semana de Arte Moderna"__ movimento literário e artístico que se constituiu num marco inicial do Modernismo no Brasil, com a colaboração direta da elite intelectual, mostrando obras com uma linguagem de expressão afinada com as correntes estéticas do começo do século. Na segunda noite, dia 15, Ronald de Carvalho declama o poema "O Sapo", de Manuel Bandeira, com o qual ridicularizava o Parnasianismo. Gritos de protestos e vaias do público faziam coro com a declamação. Era Carnaval!

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Não generalizando, mas, boa parte da mídia descreve os blogs como diários como diários virtuais, isto é, um relatório que as adolescentes faziam anos atrás. Weblogs são espaços, onde tudo pode ser publicado. Há de tudo. Casa blogueiro põe um pouquinho de si: poemas, opiniões, interesses profissionais, conhecimentos, comments, muitos assuntos diversificados. Enfim, grande parte, na verdade, opinam sobre problemas de ordem social: protesto. Afinal, o ato de criticar é sinal de praticar a cidadania.

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A Praça Antônio Carlos está localizada num nobre mapa de Juiz de Fora e uma série de problemas de infra-estrutura vem tirando a tranqüilidade e o conforto de moradores próximo ao local, principalmente dos hoteleiros e freqüentadores do Conjunto arquitetônico do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, do qual a aludida Praça faz parte. Acredito que, com boa vontade por parte da administração municipal conjugada a uma participação maciça da comunidade, a maioria desses problemas poderiam ser resolvidos, sem onerar os cofres públicos. A Praça às vezes, aparece pichada, suja e serve de estadia para moradores de rua, arruaceiros e outros incômodos.

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Vivemos em uma sociedade oprimida, fechados atrás de grades e, agora, também, dentro de carros. Além do trânsito caótico que enfrentamos diariamente, às vezes, até avançando sinais, cheios de adrenalina, quando somos abordados por pedintes, ambulantes e artistas mambembes pelos semáforos da cidade. É o medo que faz parte do nosso cotidiano, mas, não deveria. Muito bem fundamentada a reportagem que veio a lume, sob o título: “Sinais de trânsito são tomados por pedintes e ambulantes”, assinada por Daniela Arbex, no jornal Tribuna de Minas, datada de domingo, 15 de fevereiro. Tenho a certeza de que a jornalista teria muito mais o que escrever a respeito pela sua narrativa de conscientização aos leitores. Sugerimos que escreva outros artigos sobre o tema, em outras edições.

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Em se tratando de boas maneiras, um convite é uma forma de se distinguir uma pessoa, comunicando-lhe que sua presença, em um evento de nossa iniciativa, nos causará um prazer e nos deixará honrados e felizes. Não responder a um convite com RSVP, é sinal de indiferença censurável.

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